Você já ouviu falar em bleisure? A prática é uma tendência que cresce cada vez mais no mundo corporativo e pode aliar lazer a viagens de negócio — o sonho de muitos colaboradores que precisam se deslocar com frequência em nome da empresa.

No entanto, como fazer isso? Quais condutas seguir para desenvolver uma política de bleisures efetiva em sua empresa? Como lidar com os custos envolvidos? Levando a importância do tema em consideração, preparamos este post. Durante a leitura, você entenderá como funciona e como implementá-las.

O que é bleisure?

O próprio nome ajuda a definir o conceito — “bleisure” nada mais é do que a união entre as palavras “lazer” e “negócios”, livremente traduzidas do inglês. Ele consiste na fusão entre dois modelos inicialmente distintos de viagem: a passeio e a trabalho.

O crescimento dessa tendência é uma realidade em vários mercados. De acordo com a pesquisa The Bleisure Report 2014:

  • 46% dos trabalhadores entrevistados ficam alguns dias a mais em suas viagens de negócios para aproveitá-las;
  • 79% acreditam que a combinação beneficia o trabalho realizado durante a viagem;
  • 55% dos viajantes levam alguém da família em viagens a trabalho;
  • 6 em cada 10 estão mais dispostos a fazer uma bleisure hoje do que há 5 anos.

Mais do que refletir uma questão de cultura organizacional em transição ao redor do mundo, as bleisures podem ajudar a manter a motivação e a produtividade da equipe em alta.

Assim, há como otimizar os resultados obtidos com a viagem em questão e garantir que fatores externos mais ajudem do que atrapalhem os colaboradores envolvidos. Com isso, eles têm a garantia de que também poderão tirar proveito pessoal de uma viagem com objetivos corporativos.

Como aliar viagens a negócio com lazer?

A realização das bleisure trips desperta muitas dúvidas nas empresas que pretendem implementá-las — isso não ocorre à toa, tendo em vista que a prática ainda dá seus primeiros passos em diversos países.

É importante ressaltar que, para alcançar o sucesso nessa união, é fundamental que fiquem definidas as obrigações e os limites relacionados à viagem. No caso de um trabalho in loco, por exemplo, não se pode permitir que as reuniões sejam adiadas em virtude dos momentos de descontração. As prioridades devem estar bem estabelecidas, assim como as partes precisam ficar cientes dos objetivos corporativos ligados ao deslocamento em questão.

A empresa e os colaboradores devem se alinhar em diferentes sentidos, de modo que o viajante compreenda o que é esperado dele em determinada bleisure. Quantos dias ele terá para o descanso? Quais janelas na agenda permitirão atividades de lazer? Com quais custos ele deverá arcar? Quais são as responsabilidades da organização?

Em linhas gerais, as bleisures têm a seguinte configuração: o colaborador viaja para resolver assuntos da empresa nos primeiros dias e depois pode estender a estadia no local para fins de descanso e/ou lazer. Ou seja, as obrigações são resolvidas e, depois, com ou sem o acompanhamento da família, é possível fazer passeios e aproveitar o local.

Embora o modelo mais tradicional seja esse, existe a possibilidade de organizar viagens flexíveis, nas quais a diversão e o trabalho se encaixam na agenda do viajante. Deslocamentos mais longos, por exemplo, podem ser feitos na companhia de familiares, intercalando as obrigações corporativas e os momentos de descontração. O colaborador, em seu tempo livre, pode desfrutar da estrutura do hotel, da gastronomia local e dos pontos turísticos.

A ideia é que um planejamento seja definido antecipadamente, de modo que as datas, os compromissos e as condições sejam bastante claras para ambas as partes antes do início da viagem. Os destinos, por sua vez, não precisam cumprir nenhum requisito — em tese, toda viagem por ser uma bleisure travel.

Como desenvolver uma política de bleisure na empresa?

Desenvolver uma política de bleisure é o mesmo que determinar quais gastos serão da empresa e quais ficarão a cargo do colaborador. Geralmente, as passagens, a hospedagem, os deslocamentos e alimentação são custeadas pela organização. O restante é de responsabilidade do funcionário.

Também é indicado criar um mecanismo de prestação de contas, no qual seja possível identificar quais custos o viajante teve que foram, de fato, relacionados aos objetivos de trabalho.

Imagine a seguinte situação: o funcionário viajou 300 quilômetros em uma sexta-feira, para jantar com um cliente. A empresa alugou um carro para ele, arcou com os custos do jantar e de uma diária do hotel. O colaborador resolveu passar mais uma noite na cidade e, para isso, arcou com os gastos adicionais de alimentação, lazer e hospedagem.

A boa notícia é que muitas redes hoteleiras já oferecem pacotes para que viagens a trabalho sejam estendidas com descontos. Também é recomendado fazer um seguro de viagem que cubra todo o período de estadia.

Por que alugar um carro em uma bleisure?

As bleisure trips podem ser ainda mais convenientes para os funcionários e para as organizações. Isso é possível a partir aluguel de carros.

A Localiza Hertz, por exemplo, oferece o aluguel diário e o aluguel mensal para empresas. A primeira modalidade é perfeita para viagens curtas, ao passo que a segunda é ideal para demandas provisórias, mas também atende projetos de maior duração.

Com o Localiza Fidelidade, sua empresa pode acumular uma série de benefícios e vantagens exclusivas, como:

  • atendimento express;
  • pontos bônus a cada locação;
  • check-in express;
  • condutor adicional grátis;
  • upgrade de carro;
  • tolerância na devolução do automóvel;

Para facilitar ainda mais, a ferramenta WebCorp permite que se faça uma gestão completa dos veículos alugados. O acesso a indicadores viabiliza um controle mais efetivo dos custos corporativos. Também há como verificar, em tempo real, relatórios gerenciais com informações sobre as locações, faturas, adicionais, multas e outros indicadores.

As reservas podem ser feitas a qualquer momento, assim como a prorrogação do contrato, para que o colaborador consiga prolongar a viagem. Enfim, mais do que uma tendência, a bleisure é uma realidade que veio para ficar no mundo corporativo.

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